Ciência e Tecnologia

Apple faz uma declaração: ultrapassa a Samsung e se torna a empresa que mais vende smartphones do mundo

Samsung consegue fechar 2025 como líder incontestável em remessas globais, impulsionada pelo sucesso do iPhone 17

Apple y Samsung
Apple e Samsung

Quanto tempo isso vai durar? Afinal, essas duas marcas frequentemente disputam a liderança. Mas o que parecia ser o domínio inabalável da Samsung nos últimos anos chegou a um ponto de virada histórico.

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De acordo com os dados mais recentes de consultorias como Counterpoint Research e IDC, a Apple encerrou 2025 com aproximadamente 20% do mercado global, deixando para trás os 18,7% da gigante sul-coreana.

Essa mudança não é apenas uma questão de números, mas um reflexo de como a estratégia da Apple conseguiu penetrar em mercados onde o grande volume de modelos de baixo custo da Samsung antes reinava absoluto.


Lo nuevo de Samsung
Galaxy Z Fold7 y Z Flip7

Esta é a primeira vez em mais de uma década que a empresa liderada por Tim Cook consegue manter essa liderança de forma tão sólida ao final de um ano fiscal completo.

As chaves estratégicas por trás do sucesso de Cupertino

O principal fator dessa ascensão foi, sem dúvida, a família iPhone 17, que, juntamente com o forte desempenho dos modelos 16 em regiões como o Sudeste Asiático e o Japão, permitiu à Apple atingir volumes recordes de vendas.

Diferentemente dos anos anteriores, a empresa diversificou sua linha de produtos de forma mais agressiva, oferecendo opções mais acessíveis que atraíram consumidores que antes optavam por dispositivos Android de gama média a alta.

Android/Apple
Android/Apple

Além disso, o ecossistema da Apple foi fortalecido por um ciclo massivo de atualizações: milhões de usuários que compraram seus iPhones durante a pandemia finalmente decidiram migrar para as novas tecnologias 5G e recursos integrados de inteligência artificial, impulsionando a marca para seu melhor trimestre de todos os tempos no final do ano.

Um 2026 marcado por incertezas e custos de produção

Apesar da comemoração nos escritórios da Califórnia, a perspectiva para o próximo ano não está isenta de preocupações.

Analistas alertam que o setor enfrentará uma contração estimada em 3% devido ao aumento sem precedentes no custo de componentes básicos, especialmente memória DRAM e chips especializados em IA.

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Essa escassez forçará os fabricantes a reajustarem seus preços, o que poderá afetar a demanda nos próximos meses.

Enquanto Apple e Samsung se preparam para defender suas posições com lançamentos como o primeiro iPhone dobrável e a série Galaxy S26, marcas emergentes como Apple e Google continuam ganhando terreno com crescimento de dois dígitos, demonstrando que o usuário atual está mais disposto do que nunca a experimentar novas alternativas fora do duopólio tradicional.

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