Ciência e Tecnologia

O fim das câmeras “protuberantes”: as Metalentes chegarão para revolucionar o design dos smartphones em 2026

Na última década, os módulos de câmera dos celulares continuaram a crescer, criando protuberâncias volumosas e desconfortáveis ​​

Metalentes
Metalentes

A física tradicional nos ensinou que focar a luz requer uma lente espessa e curva. É por isso que, quanto melhor a câmera, mais a lente se projeta para fora do corpo do telefone.

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Mas, de acordo com relatos da indústria óptica e vazamentos de fornecedores da Apple e da Canon, 2026 será o ano em que as metalentes começarão a ser produzidos em massa para dispositivos de consumo.

O que é uma metalente e por que ele é mágica?

Ao contrário de uma lente convencional, um metalente é uma superfície plana coberta com estruturas microscópicas, menores que o comprimento de onda da luz.


Metalentes
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Essas nanoestruturas têm controle total sobre a luz. Elas atuam como “guias” que direcionam a luz para um ponto focal sem a necessidade de curvatura física.

Uma metalense é milhares de vezes mais fina que um fio de cabelo humano. Isso permite que os módulos de câmera sejam reduzidos de 5 mm de espessura para menos de 1 mm — uma espessura descrita como “invisível”.

Então, diga adeus às aberrações. Sendo programáveis ​​em nível nanométrico, elas podem corrigir distorções de cor e luz com muito mais precisão do que o vidro polido.

Metalentes
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O primeiro passo: Face ID e sensores secundários

Não espere que a câmera principal de 200 MP seja lançada amanhã. A implementação está seguindo um roteiro lógico.

Por exemplo, a Apple já está testando essas lentes no sistema Face ID dos protótipos do próximo ano, permitindo que os sensores frontais ocupem um espaço quase imperceptível.

Face ID en iOS 15.4 (Apple)

Como a Metalenz lida muito bem com ângulos amplos sem distorcer as bordas, ela é uma candidata perfeita para câmeras ultra-angulares.

O objetivo final, até o final de 2026, é que o painel traseiro de um smartphone seja uma única peça de vidro liso, com os sensores embutidos sob a superfície, sem a necessidade de anéis de metal de proteção.

Quem está liderando a corrida?

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A Samsung e a Metalenz (uma startup líder com sede em Boston) já anunciaram colaborações para integrar essa tecnologia em sensores de nível industrial.

Metalentes
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Embora haja rumores de que o iPad Pro de próxima geração possa ser o primeiro dispositivo comercial a usar uma metalente para seu sistema de escaneamento LiDAR.

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