Uma das adolescentes que acusou o falecido financista Jeffrey Epstein afirmou ter sido usada como uma “incubadora humana” para gerar seu bebê e que o recém-nascido foi tirado dela minutos após o parto. A alegação consta de uma anotação em um diário pessoal incluído em um recente vazamento de documentos relacionados ao caso Epstein, segundo o New York Post.
De acordo com o jornal americano, a jovem escreveu que o parto ocorreu por volta de 2002, quando ela tinha entre 16 e 17 anos. No documento, a acusadora relatou que teve apenas de 10 a 15 minutos para segurar e alimentar o bebê antes que ele fosse levado. “É meu! Eu o quero de volta!”, ela teria escrito.
A publicação observa que os arquivos incluem uma imagem de ultrassom de 20 semanas de gestação e sugerem que Ghislaine Maxwell, ex-parceira e associada próxima de Epstein — condenada por crimes de tráfico sexual — estava presente no parto.

Nas anotações atribuídas à jovem, Epstein também é descrito falando sobre a criação de um “conjunto genético superior” e “descendentes perfeitos”. “Sinto falta da pessoa que eu era antes de me tornar o que parece ser uma incubadora humana”, diz outra anotação citada pelo New York Post.
O artigo lembra que, em 2019, o New York Times noticiou que Epstein havia dito a cientistas sobre sua intenção de usar seu esperma para engravidar várias mulheres como parte de um suposto projeto de eugenia em seu rancho no Novo México. No entanto, nunca foi confirmado publicamente que o financista tenha gerado filhos.
De acordo com o New York Post, cópias do diário da acusadora foram entregues aos promotores durante as investigações contra Epstein e Maxwell. Contudo, a publicação esclarece que não está claro se as alegações da mulher foram verificadas de forma independente.
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Jeffrey Epstein foi encontrado morto em sua cela na prisão de Nova York em 2019, enquanto aguardava julgamento por acusações federais de tráfico sexual de menores. Seu testamento, assinado dois dias antes de sua morte, não menciona a existência de filhos.
