Há atrizes que ganham um Oscar e ficam sentadas esperando o próximo roteiro de época, e então está Anne Hathaway. A mulher que nos fez chorar em Os Miseráveis e nos ensinou sobre moda em O Diabo Veste Prada acaba de dar uma guinada de 180 graus que ninguém viu vir nesta sexta-feira, 6 de março: sua estreia oficial no “pop sombrio” com o lançamento de ‘Burial’.
Não se trata apenas de uma música para um filme; é a carta de apresentação de ‘Mother Mary’, a nova aposta da produtora cult A24, onde Hathaway não só atua, mas se transforma em uma superestrela musical em plena crise de identidade.
O “Dream Team” por trás de ‘Burial’: quando o cinema encontra o universo ‘Brat’
Se o nome de Anne não fosse suficiente para gerar hype, a produção deste single é um evento sísmico para a indústria musical. ‘Burial’ não é uma balada tradicional; é uma peça de pop sombrio e atmosférico coescrita pela própria Anne junto à rainha do “Brat summer”, Charli XCX, e o arquiteto sonoro de Taylor Swift, Jack Antonoff.
A esta mistura explosiva se soma George Daniel (The 1975), criando uma atmosfera que os críticos já comparam com um thriller psicológico transformado em música. O teaser do álbum Mother Mary: Greatest Hits nos deixa ver uma Anne Hathaway magnética, envolta em visuais experimentais que prometem transformar esta obra no fenômeno estético de 2026.
Entenda ‘Mother Mary’: o que está por trás do fenômeno que todos comentam
Dirigida por David Lowery, o filme nos mergulha no drama de uma estrela pop (Hathaway) que tenta recuperar seu trono. Mas não o fará sozinha. A narrativa se concentra em sua tensa e fascinante relação com Sam Anselm (interpretada pela brilhante Michaela Coel), sua ex-designer de figurino.
O que torna ‘Mother Mary’ diferente é sua etiqueta de “drama de época” moderno. Aqui, os vestidos não são apenas roupas; são armaduras e detonadores de um thriller que roça o terror psicológico. Com um elenco que inclui Hunter Schafer, FKA Twigs e Kaia Gerber, o filme se perfila como uma passarela de talento e estilo que culminará com seu lançamento no próximo 17 de abril.
Anne: a nova rainha do pop alternativo está confirmada?
Embora já soubéssemos que Anne tinha uma voz privilegiada, ‘Burial’ revela uma maturidade vocal e uma vulnerabilidade artística que não tínhamos vislumbrado antes. O filme é sombrio, peculiar e, nas palavras da própria atriz, “uma experiência cinematográfica fora do comum”.
Com projetos massivos no horizonte como O Diabo Veste Prada 2 e a nova produção de Christopher Nolan, Anne Hathaway demonstra que em 2026, ela não apenas segue as regras do jogo: ela é quem as escreve.
