O mundo do cinema ficou paralisado após a estreia da aguardada sequência de “O Diabo Veste Prada”. Em um movimento que poucos analistas previram com tal magnitude, o filme arrecadou a impressionante quantia de 233,6 milhões de dólares em seu primeiro fim de semana em nível mundial.
Esse marco não apenas o posiciona como o segundo melhor lançamento de 2026, mas também desencadeou uma intensa polêmica ao destronar “Michael”, o ambicioso filme biográfico sobre Michael Jackson, do primeiro lugar das bilheterias norte-americanas.
“O diabo veste Prada 2” arrasa bilheteria e supera Michael Jackson
Miranda Priestly supera o legado de Michael Jackson Apesar das projeções que situavam a bilheteria doméstica entre 73 e 80 milhões, o filme superou todas as expectativas ao arrecadar 77 milhões apenas nos Estados Unidos e Canadá. Enquanto o filme sobre o ‘Rei do Pop’ sofreu uma queda de 44% em sua segunda semana, o reencontro do elenco original — liderado por Anne Hathaway, Meryl Streep, Emily Blunt e Stanley Tucci — cativou um público majoritariamente feminino, que representou 76% dos espectadores.
Salários milionários e recordes históricos O sucesso foi tão expressivo que já representa a maior estréia na carreira de Meryl Streep e Emily Blunt, superando sucessos anteriores como “Mamma Mia” e “Oppenheimer”. No entanto, o filme não está isento de críticas. Com um orçamento de produção de 100 milhões de dólares — muito superior aos 35 milhões da primeira edição —, o diretor David Frankel revelou que, após pagar os salários exorbitantes das estrelas, o orçamento real para a filmagem foi basicamente o mesmo de 2006.
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Meryl Streep: Poder dentro e fora das telas O fascínio pela moda retornou com tal intensidade que as visualizações em streaming do filme original aumentaram 428% recentemente. Não obstante, o nome de Streep continua no centro das atenções não apenas por seu sucesso nos cinemas, mas também por seu recente desaire no Met Gala, após rejeitar o convite devido ao patrocínio de Jeff Bezos. Mais uma vez, a realidade supera a ficção: Miranda Priestly continua ditando as regras.
