A passadeira mais observada do mundo voltou a acender conversas, e desta vez o nome de Anne Hathaway emergiu após a celebração de um dos eventos de moda mais importantes do ano, o MET Gala.
Em uma edição onde a criatividade deveria brilhar sob o tema “Arte do Vestuário” e o código “A Moda é Arte”, a atriz apostou em um design que não deixou ninguém indiferente. Elegante declaração ou escolha fora de contexto? As opiniões estão mais divididas do que nunca.
O contexto não poderia ser mais poderoso para a protagonista de O Diabo Veste Prada. Este 2026 chega carregado de projetos importantes em sua carreira, entre eles A Odisseia, O Fim de Oak Street e Verity, além do fenômeno de bilheteria que representou O Diabo Veste Prada 2.
Com esse impulso midiático, sua aparição na gala prometia ser um dos momentos mais comentados - e assim foi.
O look de Anne Hathaway no MET Gala 2026 que gerou polêmica
Para o evento de gala, Hathaway desfilou com um vestido elegante em preto e branco, com decote pronunciado e confecção sob medida.
Porém, além da silhueta clássica e sofisticada, o que realmente capturou a atenção foi a mensagem integrada na peça: na frente do design, podia-se observar uma mão segurando uma pomba branca, símbolo universal da paz.
Em meio a um momento de nossa história marcado por tensões e conflitos, o visual foi interpretado como uma postura carregada de significado.
Essa intenção não passou despercebida. Para muitos, tratou-se de uma escolha corajosa e alinhada com o tema do evento, que convidava a ver a moda como uma forma de expressão artística e social. Mas nas redes sociais, o debate tomou outro rumo: será Anne Hathaway a rainha do method dressing?
Look de Anne Hathaway divide opiniões nas redes sociais e gera reação dos fãs
Os comentários começaram a se multiplicar rapidamente, e alguns usuários fizeram comparações inesperadas com um de seus personagens mais icônicos. “Parece a princesa de Gênova”, escreveram vários, fazendo referência a Mia Thermopolis, protagonista de O Diário da Princesa.
Outros comentários questionaram o tom do visual: "Vão a um funeral depois do Met Gala?" ou “Parece que vai a qualquer outro evento”, foram algumas das opiniões que circularam.
Apesar das críticas, também houve uma onda significativa de apoio. Muitos destacaram a elegância do design e seu ar régio, qualificando-o como “digno de uma princesa”.
Este detalhe não é menor, especialmente em um momento em que crescem as expectativas para a próxima entrega da franquia da Disney que a catapultou à fama internacional.
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A dualidade de reações deixa uma pergunta no ar: até que ponto a moda no Met Gala deve ser espetáculo puro, e quando pode se transformar em um veículo de mensagem? Hathaway parece ter apostado no segundo, mesmo sabendo que nem todos se conectariam com sua proposta.
O certo é que, apropriado ou não, seu visual conseguiu se colocar como um dos mais comentados do evento, que, especialmente este ano, gerou um enorme debate nas redes onde a moda se fundiu com a política.
